Sunday, August 12, 2007

A telefonar.

Domingo, 12 de Agosto de 2007

Hoje fui a uma comunhão a Guimarães, da minha prima pequenita da Abação.

Ainda hoje vim embora pela auto-route.

E lá, na bela da auto-estrada estava um man a andar muito devagar. Devagar demais mesmo. Só se via o gajo lá dentro, a olhar pra tudo quanto era lado, a apreciar as paisagens.

Quando estávamos a chegar à saída de S.João da Madeira eis que surge, vinda do nada, uma cabeça de traços femininos que se elevou no lugar dos passageiros. Eu cá pra mim acho que a cabeça não veio do nada mas veio de algum sítio perto do assento ao lado. É SÓ UM PALPITE!

Esta situação caricata, que nunca tinha, infelizmente, visto antes, veio-me abrir os horizontes, mas só os horizontes!

Daqui tirei uma conclusão e uma lição preciosíssima! Concluí que telefonar quando se está a conduzir um veículo pode, de facto, contribuir para a redução do número de acidentes, desde que os telefonemas sejam pra Broxelas. Ai desculpem...Bruxelas, quero eu dizer. Lá se vai devagarinho, muito concentrado, pelo menos o macho condutor! Uma bela ideia realmente! Até acho que o sistema iria pegar...Eu até nem me importava de o testar em Portugal.

A lição: Make love, not acidentes.

Friday, August 10, 2007

Quadras à coiso.

Sêsta feira, 10 de Augosto de 2005

Cinco e cinco são dez,
com mais dez, vinte dá
vou mas é lavar os pés
com agua.

Estava eu deitado na cama
Com a guitarra no regaço
Juntei o lá com o dó e com o ré
feito pascác(i)o.

Estava eu na casa de banho
O almoço a exorcizar,
Veio um Emo! e disse:
-"Tás a cagar?"

Cinquenta vezes te disse
E cinquenta vezes fizestes!
Já te disse pra não lavares
o gato na pia.

Fanta de laranja! Oh! Fanta de Laranja!
Quem te deu tamanha formosura?
-"Foi quem me deu primeira usura,
Deve ter sido a Unicer"

Nasce nos Alpes, desagua no Vigues
Sai de lá a água do Marão
Bebem de lá os tigres
Toca a encher o garrafão.

E com estas lindas quadras me despeço
E com estas lindas quadras me emociono
E com estas lindas quadras já quase que adormeço
Vestido no meu Kimono.

Quadras avulsas retiradas do livro de Jorge Paiva, o bestseller traduzido em 5000 linguas, dentre elas o Swahili, Camões e o porquê das ervilhas Iglo.

Thursday, August 9, 2007

Todos nós temos uma Magda dentro de nós.

Quinta-Feira, 9 de Agosto de 2007

É isso mesmo que eu acho.
Todos temos uma pequena Magda dentro de nós, pronta a desbotoar em flor, pronta a despejar cá pra fora a senilidade que se vai acumulando ao longo do tempo.

Para além disso, eu acho extremamente necessário haver um Caco Antibes ao nosso lado.

Pensando bem, há realmente muita gente que precisava de um Caco Antibes ao lado deles pra ver se se calavam.

É.

Cala a boca moço!

Sunday, August 5, 2007

Tá na hora do adeus.

Pois está, mas é temporário.
Vou deixar de escrever até quinta-feira, altura em que já estarei de volta a casa.

Então, até lá, beijos, abraços e muitos palhaços.

Friday, August 3, 2007

3 vezes 9 vinte e sete

Sexta-feira, 3 de Agosto de 2007 ( amanhã é sábado )

Eu, basicamente, sou da opinião de que há coisas que são certas na vida:

-Impostos
-Morte
-Bebés
-Mau Tempo
-Sogras
-Praia
-Sugus
-Contas feitas de cabeça.

  • Os impostos, tá-se mesmo a ver que são eistritamente necessários pois a classe política dos países tem que ter o seu sustento de algum lado. Digamos que é o rendimento por fora.
  • A morte é a solução final, claro está. Grande solução. Sempre que houver um problema do tipo: "Eh pá, sou um tono, não sirvo pra nada, estou aqui é pra empatar o pessoal fixe..." deve-se recorrer a esta ferramenta. Se não houver coragem, então ela chega na mesma só que mais tarde.
  • Os bebés são bonitos e fofos. E pára por aí.
  • O mau tempo acontece mesmo, basta olhar pela janela no dia asseguir ao findo do Verão de S. Martinho. Já se vai ter que assar as castanhas cá dentro de casa.
  • As sogras podem ser boas ou más. As boas passam a ferro, cozinham, mandam umas piadas, aturam os filhos e/ou netos. As más fazem tudo o mesmo, mas f****-nos o juízo ao nos lembrar o que elas tão a fazer e o trabalho que isso dá. Ou então vão prá night curtir uns copos com o pessoal.
  • A praia é indispensável por causa do iodo e da areia mijada. Diz que faz bem à pele e aos ossos.
    Com sorte pode-se encontrar uma seringazita no meio da areia; dá jeito pra por creme nos bolos, pra quem não tem saco de pasteleiro.
  • Os sugus são a maior invenção desde a roda, quem não os provou mereçe a morte.
  • Por fim, as contas feitas de cabeça, que são, quanto a mim, a ferramenta mais útil à façe da crosta da terra. Mesmo mais do que os clísteres. É que a matemática está presente em todo o lado. Convém ter sempre este utensílio à mão não vá acontecer ao Guterres, que não o ensinaram a somar batatas com cenouras.
Moral da história: Paga-se os impostos, Chega o S.Martinho, vai-se de férias prá praia, a sogra fica a tomar conta do bébé, depois vem mau tempo, ficamos em casa a mamar sugus de fruta e a fazer contas de cabeça, as chamadas contas à vida.

E no fim vem a morte encapuçada. Vestida de preto. Fashion, mesmo.

Tudo isto pra dizer que hoje fiz uma conta espectacular de cabeça sobre baldes de 5 litros.

Fantástico mesmo.

Thursday, August 2, 2007

Always look on the bright side of life

Quinta-feira, 2 de Agosto de 2007

"Always look on the bright side of life ( assobio ) ... "

Já rezava assim a velhinha canção dos Pythons e eu tenho vindo a descobrir que realmente tudo se processa assim, no "state of mind".

Tá tudo na cabeçinha e tá tudo bem ou mal conforme o ponto de vista sobre o qual as coisas são analisadas. Passo a explicar:

Contexto: Jorge Paiva a trabalhar. Está cansado mas mesmo assim anda sempre e ainda cantarola umas canções dos Tool lá pelo meio.

-"Eh pá, tou cansado...Mas olha...! Estou aqui, não estou a trabalhar, estão é a pagar-me pra fazer exercício físico, ganhar experiência e conhecer gente nova!"

Tá explicado.

Também se pode verificar que, segundo o prisma do copo meio cheio ou o meio vazio já só faltam sensivelmente 18 dias pra ter um Creative Zen pra levar prá Universidade.

E mesmo assim, ainda me pagam pra fazer exercício e ganhar experiência.

p.s.s.s.p.- Um conselho àquelas pessoas que andam em kickboxings e ginásios e spas:

Saiam daí ou levam é com o spa na cara. Em vez de gastarem dinheiro pra exercitar, venham é receber cachê e exercitar à mesma. Também, se quiserem podem vir plantar batatas prós meus campos. Eu dou-vos o lanche :)

Wednesday, August 1, 2007

Feeding the machine

Quarta-feira, 1 de Agosto de 2007

Facto do dia completamente irrelevante:

O primeiro de Agosto é o primeiro de Inverno.

Andamos aqui numa sociedade, dizem os mais velhos, da papinha feita.
Quase tudo é-nos entregue nas maiores facilidades, mas melhores condições, maior parte das vezes sem mexermos uma palha.
Andamos na sociedade do ( e isto agora é um termo que eu desenvolvi hoje por volta das 6 horas da tarde) "Feeding the machine"!
Feeding the people e a machine é o que é! É a sociedade do triturar e mastigar e escupir dali pra fora, uma diligência em que reina a máquina e o processamento, que favorecem a moleza e sedentariedade aqui dos humanos seres que somos. É a lei da vida e do conforto, dizem os antigos...
Na minha opinião, honesta e discutível, o homenzito tá-se a relegar para o simples alimentador da máquina.

-"A senhora máquina precisa de dados?"
-"Sim senhor humano"
-"Atão ponha-se na posição de receber que eu vou dar o input!"

(É favor não ligar este pequeno diálogo com inunedos subjecctivos à temática da Sechualidade.)

É pra isto que andamos aqui, no conforto, limitá-mo-nos a alimentar a máquina, a deixá-la roer, máquina essa, funcionamento esse que se pode transferir para a maior máquina de hoje em dia: o Money, Money Money!

Vamos alimentar a máquina!!

"Põe ai folha da flandres!"
"Cria aí um gráfico"


Entre conforto e ter um papel mais activo e personalizado, venha o Diablo 2 e escolha...


Eu já escolhi...
Vou ser um Druida.

p.s.d - Quero deixar bem claro que todos os erros são itencionais e que estes textos são uma merda, passo o pleonasmo, seja o que for que isso signifique ou que até seja uma expressão fora do contesto.
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